
Existem 50 tipos de formas de esquecer alguém, mas todas elas só nos fazem lembrar daquilo que queremos esquecer. Quem sabe um dia possa ser compreendido como química, ou física, talvez matemática, que a vida não é só lógica como derivante de um não padrão, nossos desafios diários de coisas controversas como lembrar e esquecer estão na dúvida daquilo que se deve levar adianta ou simplesmente deixar ir embora.
Ora, a lógica complacente é relativa a tudo que nos molda e faz sermos capazes de encarar o feio, o duvidoso, o religioso e diplomático. Tudo que censura, que traz prisão onde era luz e tornou-se escuridão, não traz o bem à alma.
Devemos sempre ancorar nossa mente e alma, no mesmo nível gravitacional relativo ao universo. Sabemos o que somos e que o tudo não se distingue do nada, logo tudo isso é igual a relatividade humana. A duvida e a certeza, o ódio e o amor, o cão e o gato, enfim, a vida nos exige mais do que se parece não é?
Existem sombras nos nossos olhares, monstros ocultos o qual não queremos abrir nosso armários e mostra-los a ninguém. Dizem que o amor é incondicional até conhecer o que o outro esconde no porão de sua alma. E é lá que nós encontramos nossa verdadeira identidade. Quem é você acima da verdade absoluta que a sociedade faz você parecer? A loucura te persegue ou a insanidade te consome quando estás sozinha no quarto, pensando em coisas que a mente deplora mediante a sanidade humana?
Por fim, nossa vaidade, orgulho e pecado carnal nos fortalece, fazendo-nos lembrar que ainda somos vivos prontos pra sofrer mais uma vez por um novo amor perdido e corrompido de sentimentos que ninguém jamais saberá a veracidade do mesmo.